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DIRECTOR DESTE NÚMERO
Carlos Mendes de Sousa

CONSELHO EDITORIAL
Fernando Pinto do Amaral
Gastão Cruz
Luís Quintais
     
 
0n.º 38
04|2016
 
     
 

S U M Á R I O

Poesia e cinema

António Carlos Cortez – A inflamação do olhar
Armando Freitas Filho – Cinepoeta
Eucanaã Ferraz – Dorothy
Fabio Weintraub – Pétala e fumaça
Fernando Luís Sampaio – Casa sem morada
Gastão Cruz – Filmes, poemas
Gonçalo M. Tavares – Dois short-movies
Helder Moura Pereira – Cesariny no Pinhal Novo
Inês Fonseca Santos – Tratado do vão combate
Ismar Tirelli Neto – Os homens imaginários
Júlio Castañon Guimarães – Então, e cinema
Luis Maffei – Emmanuelle
Luís Quintais – Wunderkammer
Maria Andresen – Da mudez do cavalo
Mariano Marovatto – O cinema
Marília Garcia – Noite americana
Nuno Júdice – Vem aí o cinema
Pedro Mexia – Ela ficou
Ricardo Marques – Stalker
Rosa Oliveira – redoma
Rui Lage – Requisição civil a alguns pássaros de Hitchcock
Rui Pires Cabral – Caderno de Vila Real, pp. 8-9

POESIA E CINEMA
ENSAIO

Joana Matos Frias – “Tudo o que em mim pensa está filmando”:
Pertença e repetição na poesia brasileira contemporânea
Rita Novas Miranda – Um filme de Herberto Helder,
um poema de Jean-Luc Godard
Rosa Maria Martelo – Artes do tempo
Rui Cóias – Arte e Piedade – A propósito de Paisagem
na Neblina
, de Theo Angelopoulos

HERBERTO HELDER
DEPOIMENTO

Manuel Alegre – Uma velha cumplicidade

LIVROS
CRÍTICA

Rita Marnoto – Metaphorai
José Manuel de Vasconcelos – Solo para um tempo de chumbo
António Carlos Cortez – Lugares incomuns
Fernando J.B. Martinho – A casa para onde sempre vamos
Helena Buescu – Vidas descontínuas: a poesia de Maffei
Carina Infante do Carmo – Recapitular um gesto antigo, estender as mãos em frente
Ricardo Marques – Um pouco mais de realidade, eu era ficção

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